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É uma história real, uma história de atitude, que aconteceu comigo e foi tão marcante, que é quase obrigação minha falar sobre ela quando eu tenho a oportunidade de fazer uma evangelização relacionada a família e que eu aprendi com José, o Pai adotivo de Jesus.

Não sei se te contei, mas eu não tive referência paterna. Pra mim sempre foi difícil entender o real papel do homem na família. Minha mãe foi toda a referência verdadeira que tive na infância – graças a Deus – e louvo todos os dias por ter uma mãe tão linda em todos os sentidos.

MAS, EXISTEM COISAS QUE SÓ UM HOMEM PODE FAZER POR OUTRO HOMEM.

Dentre tantas coisas que um menino precisa aprender, existe uma que está entre as mais importantes: A ATITUDE. Um menino que não aprende a ter atitude, vai sofrer pelo resto da sua vida preso nas suas emoções e no triste mundo do “e se”. Eu era assim, vivia no mundo da imaginação, por não ter coragem de confrontar, de proteger, de prover e de me entregar de verdade.

Muito bem, o tempo passou e eu fui profundamente impactado pelo amor de um Deus que é Pai e que começou me ensinar tudo o que eu precisava aprender como um homem nascido do Espírito Santo.

FOI AQUI QUE A CHAVE VIROU!

Observando este homem de Deus, percebi nele o que em mim ainda faltava, que era a atitude perante a sua família. Você não vai encontrar na vida de São José muita coisa além de amar, servir, proteger e prover a Virgem Maria e o Menino Jesus. Fiquei apaixonado pela vida dele, até que um dia a chave virou na minha cabeça.

Através de uma atitude que tive diante da minha família – Esposa e duas filhas – eu entendi de fato o real papel da paternidade. Isso tudo através da Atitude. Foi assim, tivemos problemas com a bomba que fornece água para nós, passamos alguns dias sem água e quando já estávamos ficando sem água, minha esposa me fala:

“Amor, tem que buscar água porque não tem previsão de chegar e já está escurecendo…”

Naquele momento, vi minha família em minhas mãos e pensei: “Só depende de mim, eu tenho que fazer alguma coisa”. Eu sei que para algumas pessoas, isso é a coisa mais natural de acontecer, mas acredite, para um jovem que cresceu sem referência paterna é um desafio e tanto.

Enchi o peito, reuni as forças e comecei a luta interior. Para a minha surpresa, minha esposa e filhas, vieram comigo para me acompanhar e se tornou quase um evento buscar água. Terminada a tarefa, me senti como o próprio São José que tantas vezes teve que ter atitude a fim de garantir a sobrevivência da família de Nazaré.

Neste simples gesto, entendi de verdade o papel fundamental do homem dentro da sua casa: AMAR, PROTEGER, SERVIR E PROVER.

Agradeço a São José por tamanha inspiração e espero de coração que esta partilha faça sentido na sua caminhada.

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